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A data cristã celebra a paixão, crucificação e morte de Jesus Cristo, representando o maior sacrifício e amor de Deus pela humanidade. Faz parte do Tríduo Pascal, sendo um dia de luto, silêncio, jejum e abstinência. É um dia de reflexão e oração, sem a celebração da missa.

 Relembramos o julgamento, e a morte de Jesus no Calvário.  Marco da nova aliança selada pelo sacrifício de Cristo.  É um dia de jejum e abstinência, visto como penitência.  Sendo o único dia do ano em que a Igreja Católica não celebra a Eucaristia, focando na adoração da Cruz.

Até o entardecer, nós ainda estamos dentro do primeiro dia do Tríduo Pascal. Isso se deve ao fato de que, na contagem judaica, um dia inicia no entardecer, e se estende até o entardecer seguinte. Celebramos, neste dia, às 15h, a Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. É o único dia do ano em que não há celebração do Sacrifício da Santa Missa. Por ser o dia da Paixão de Cristo, onde recordamos a crucificação e morte do Senhor, é um dia de penitência, sendo obrigatório ao católico o jejum e a abstinência.

 Chamamos de sexta-feira da Paixão pois foi neste dia que Cristo sofreu a Sua paixão, morrendo na Cruz pela nossa

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salvação. Na verdade, quando falamos de Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo estamos indicando a semântica de paixão vinculada à etimologia latina. Paixão significa padecimento. É o ato de sofrer, de suportar.

Para os cristãos, a narrativa da Paixão é o ápice da mensagem de amor e sacrifício de Cristo. A crucificação, retratada nos Evangelhos, é interpretada como um ato de entrega pela humanidade, tornando-se o fundamento da fé cristã. Durante a Sexta-feira Santa, igrejas ao redor do mundo realizam celebrações marcadas pela sobriedade, com leituras bíblicas, procissões e momentos de oração.

A crucificação é interpretada, no cristianismo, como o momento central da história da salvação. Jesus, considerado o Filho de Deus, teria se entregado voluntariamente à morte para redimir os pecados da humanidade. Seu sacrifício é visto como expressão máxima do amor divino.

Em diversas cidades brasileiras, comunidades organizam suas próprias encenações, mantendo viva uma tradição que atravessa gerações e reforça o sentimento de pertencimento.