KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES
Um total de 22 ex-ministros que ocuparam o alto escalão durante o terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disputaram as eleições deste ano, em cargos que vão desde as Assembleias Legislativas aos governos estaduais. Dentre eles, 9 conseguiram se eleger no primeiro turno, realizado nesse domingo (4/10). Outros 12 não alcançaram votos suficientes para o cargo disputado.
Os dois ex-ministros que disputavam governos estaduais acabaram derrotados: Fernando Haddad (PT), em São Paulo, e Renan Filho (MDB), em Alagoas. O ex-titular do Ministério do Empreendedorismo, Márcio França (PSB), concorria a vice na chapa de Haddad e, portanto, também não foi eleito.
Apenas dois dos oito ex-ministros que disputavam o Senado garantiram um mandato pelos próximos 8 anos. São eles: André Fufuca (PP-MA), ex-titular do Ministério do Esporte, e Rui Costa (PT-BA), que ocupou a Casa Civil.
Já Paulo Pimenta (PT-RS), Simone Tebet (PSB-SP), Marina Silva (Rede-SP), Celso Sabino (PDT-PA), Gleisi Hoffmann (PT-RS) e Carlos Fávaro (PSD-PR) ficaram de fora das vagas disputadas.
O desempenho entre os que concorriam à Câmara dos Deputados foi melhor. Seis ex-auxiliares de Lula garantiram uma cadeira na Casa Baixa e outros três ficaram como suplentes.
Foram eleitos: Sonia Guajajara (PSol), Silvio Costa Filho (Republicanos), Juscelino Filho (PSDB), Anielle Franco (PT), Jader Filho (MDB) e Nísia Trindade (PT). Márcio Macêdo (PT), Daniela Carneiro (Republicanos) e Paulo Teixeira (PT) serão suplentes.
Um suplente na Câmara dos Deputados pós-eleição é o candidato que não obteve votos suficientes para ocupar uma vaga de forma direta, mas ficou posicionado na lista de espera do seu partido ou federação para substituir um titular.
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