Foto: Divulgação/Sesed
A mulher resgatada no domingo (23), após ser encontrada em uma canoa no Rio Potengi sob domínio de integrantes de uma organização criminosa, passou a receber acompanhamento da rede estadual de proteção e assistência. Segundo as forças de segurança, ela seria levada para ser executada.
A informação foi detalhada nesta segunda-feira (24), durante coletiva realizada na Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (Sesed). A secretária das Mulheres, da Juventude, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, Júlia Arruda, afirmou que o Estado adotará medidas de acolhimento e proteção diante da situação de vulnerabilidade da vítima.
A ocorrência mobilizou diferentes órgãos de segurança e assistência. Além da Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal e Coordenadoria Integrada de Operações Aéreas (Ciopaer), a rede de proteção passou a acompanhar a mulher após o resgate.
Segundo a Sesed, a ação começou após uma denúncia informar que ela estaria sendo transportada pelo Rio Potengi para ser assassinada. A aeronave Potiguar 01 localizou a embarcação nas proximidades da comunidade Paço da Pátria.
Com o acompanhamento do helicóptero, os suspeitos retornaram ao ponto de origem, onde equipes terrestres já estavam posicionadas. A vítima foi retirada da embarcação e libertada.
Cinco homens foram presos na ação. De acordo com as autoridades, eles teriam jogado armas e aparelhos celulares no rio pouco antes da abordagem. Três dos cinco já possuem registros anteriores por crimes como assalto e tráfico de drogas.
Os presos serão submetidos a audiência de custódia nesta segunda-feira. A expectativa, segundo as autoridades, é de que eles permaneçam presos.